segunda-feira, 25 de abril de 2011

Feriados


Feriados foram feitos pra quê?

Feriados são datas determinadas para a comemoração de algo importante. Porém, a resposta da maioria das pessoas seria: descansar.
Não no meu caso. Não para  os estudantes de arquitetura!
Moro no “paraíso das águas” e não sei o que é praia há no mínimo seis meses. Passei a Semana Santa  inteirinha colocando os trabalhos em dia. Correndo feito uma louca. Não dormi até tarde, não viajei, não descansei.  Resultado: Hoje, segunda-feira, to mais acabada do que quarta-feira quando saí da faculdade.
E para meu desespero, não terminei o bendito trabalho de Estética. Pior meus queridos. Não ganhei chocolate na páscoa! Buáaaaaaaaaaaaaaa :’(
  


Saudades de quando eu chegava em casa às 13:00, não fazia mais nada a atarde toda e ainda reclamava da vida.


terça-feira, 12 de abril de 2011

tô aqui


Geeente...
Andam reclamando que eu sumi.
Não tenho culpa. A culpa é da UFAL. Tá me consumindo de uma maneira...
Até de morta viva me chamaram! Fora os comentários de que emagreci demais; não estou comendo; que eu vou endoidar...
Às vezes da saudade de ficar sem fazer nada. De ter tempo p ver os amigos, assistir TV ou até vir p net. Até agora os pós estão vencendo. Podem ficar tranqüilos. Quando não der mais eu grito!
E como eu já deixei claro aqui uma vez... Tenho medo sim de me tornar uma compulsiva por trabalho. Mas por enquanto ta dando p aturar. É engraçado como ficamos condicionados a enxergar as coisas com outros olhos. Está ocupando minha mente. Trazendo-me um moooooonte de informação nova e me fazendo arrancar os cabelos também.
Por isso... acalmem-se. Eu sumo, mas ainda to viva. (:

“A vida é a Arte do encontro. Embora haja tanto desencontro pela vida.”


“O que é a vida senão um grande palco onde as pessoas passam por ela?”
Alguém já disse isso? Acho que já ouvi em algum lugar.
A frase: “A vida é a Arte do encontro. Embora haja tanto desencontro pela vida.” é de Vinicius de Morais. E sempre me pego pensando se as coisas que me acontecem são apenas coincidências ou resultados de uma grande brincadeira de “Alguém lá de cima”.
Estávamos nós no lugar errado, na hora errada. Ou tudo não passa de uma grande lição?
Será que as crianças inocentes que morreram essa semana, em suas salas de aula (lugar que todos nós julgamos como “seguras”) estavam, apenas, no lugar errado? Ou pior... Morrer pelas mãos de um louco estava em seus destinos?
Pode até ser que tudo tenha sido conseqüência da falta de segurança. Mas me recuso a admitir que as escolas tratem seu s alunos como perigosos e que haja “detectores de metais” em suas portas. Escola é lugar de se criar sonhos, CIDADÃOS. Se isto não está acontecendo, tem coisas errada. E não com os alunos. Porém, sim com a instituição como um todo.


A Educação no Brasil precisa ser revista e a cada dia que passa tenho a  certeza disso. Pena que para isso, inocentes precisam morrer, tornasse marginais ou futuros adultos sem futuro.