sábado, 29 de janeiro de 2011

Medos

Quanto mais eu vivo; quanto mais eu observo as coisas ao meu redor; mas me decepciono. Me decepciono com o rumo que o mundo esta tomando; com as más situações, que se tornam cada dia mais rotineira; com as pessoas.
Tenho medo, confesso. Não quero me tornar escrava do meu  trabalho. Viver para trabalhar, conseguir melhores condições de vida e não ter tempo para curtir os privilégios que ele me oferece.
Das crianças não terem mais infância. Não serem mais crianças. Do fato de terem trocado as brincadeiras na rua com os vizinhos, andando descalça, correndo, descobrindo o mundo; por horas à frente do computador, da televisão. Elas parecem adultos em miniatura, com todas as obrigações e horários. Ora, todas essas experiências são tão importantes para o crescimento de cada um.
De não poder mais confiar nas pessoas. Nem naqueles que dizem me amar. Meu Deus! Eu não posso mais acreditar em todo o “eu te amo” que ouço. O verbo “amar” foi banalizado. Não é mais dito com o coração. E sim quando, julgado, conveniente.
De não poder contar nem com aqueles que coloquei no governo. Do índice absurdo de violência, no país. Do abismo que se tornou a desigualdade social. Meu coração chora junto com cada mãe que perde um filho para as drogas.
Fico indignada quando deixo de ir a alguns lugares ou andar desconfiada, muitas vezes pré-julgando as pessoas, com medo de ser assaltada.

Será que vale tanto à pena lutar para nascer, para crescer, ser uma pessoa melhor e viver neste mundo tão... submundo?!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Vamos abrir os olhos.

Em menos de um ano, as chuvas fora do fluxo normal levaram cidades ao chão.
As cenas são terríveis. Daquelas que só estamos acostumados a ver após furacões e tsunamis.
Assim, a primeira coisa que passa por minha cabeça é: “Cadê o ‘país abençoado por Deus’?” Será que a culpa é mesmo de Deus ou do homem que não para de brincar com a natureza?





Estes são apenas exemplos daquelas consideradas as maiores catástrofes do país.Mas coisa semelhantes ocorreu no  Vale do Rio Pardo, Rio Grande do Sul, em janeiro de 2010; as enchentes que já se tornaram rotineiras, nessa época, em São Paulo; e os deslizamentos em Angra dos Reis.
Pessoas que apesar da distância sofrem, hoje, com as mesmas perdas, as mesmas necessidades, o sentimento de incapacidade, de cooperação. As imagens seriam idênticas até prestarmos atenção nos tipos das casas que foram atingidas. Porém, a questão de desigualdade fica em segundo plano quando comparada com tamanho sofrimento.
Fica aqui o meu pedido para ajudar-mos todos esses necessitados e para que olhemos com mais atenção para tudo isso que anda ocorrendo com o nosso planeta.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Palavras

Ó Palavras que saem de minha boca
Por que andas tão mentirosa?
A quem pretendes enganar?
Teu dom não tem sido assim, tão forte.
Uma vez que não são capazes de lubridiar aqueles que as pronunciam.
Pobre criatura...
Dizer o que realmente sentes.
Fará cair à armadura que conservastes por tanto tempo.
Tempo suficiente para já fazer parte de ti. É tua pele.
Instrumento que aprisiona quem mais deseja ser livre.
Mas do que adianta tamanho utensílio se ele não funciona mais?
Se ele sempre permite transpassar a tristeza, a decepção.
Deixando a pobre criatura infeliz.

Meus desejos

Eu queria poder, de verdade, dizer tudo o que eu penso, o que sinto.
Eu queria poder parar de me sentir culpada por pensar demais em tudo ou em alguém.
Eu queria que ninguém sofresse por amor.
Eu queria poder acreditar que todas as pessoas são felizes.
Eu queria que todas as pessoas que dizem que gostariam de voltar a ser criança; tivesse esse desejo apenas pela inocência, pela alegria constante e não porque os joelhos cortados doem menos que os corações partidos.
Eu queria que todos pudesse ter a chance de crescer como seres humanos.
Eu queria que todo o: "EU TE AMO" fosse dito com o coração e não apenas com a boca.
Eu queria que antes de agir todos pensassem se queriam o mesmo para si.
Eu queria que crianças não precisassem conviver com a violência. Que crescessem sem achá-la normal.
Eu queria que toda criança pudesse ser criança.
Eu queria que meu país continuasse a ser conhecido como o "PAÍS ABENÇOADO POR DEUS". E não por aquele que precisa de tanques de guerra para resolver seus problemas sociais.
Eu queria que apenas filmes românticos tornassem realidade.
Eu queria poder realizar todos os meus sonhos.
Eu queria poder voar.
Eu queria que tudo desse certo.
Eu queria taaanta coisa....
Mas hoje eu só queria continuar assim...
Bem do jeito que estou.
(:

.


Eu quero coisa mais tradicional.
Quero os vestidos longos e as casas de madeira.
Quero o cantar dos galos me acordando todos os dias, eu quero o cheiro do café vindo da cozinha assim que eu acordar, eu quero sentir o cheiro de mato e de areia molhada.
 Em contra partida, eu gosto da correria do dia-a-dia da cidade,gosto de ser solicitada, gosto de ajudar naquilo que sei fazer,gosto de não ter tempo pra nada, gosto de uma agenda lotada.
 Gosto de lugares lotados e de conhecer novas pessoas, gosto de jogar conversa fora,gosto de amigos e família.
 Eu gosto de falar sobre o que já passou,gosto de sentir o cheiro de um outro alguém sem nem estar perto.
 Gosto de saber que tem alguém pensando em mim, mas tenho medo de estar pensando muito em um outro alguém.
  Eu não quero uma só vida, quero estar em vários lugares ao mesmo tempo, quero saber qual o meu sentido de vida.
  Gosto de musica para pensar, mas tem dias que quero musica só para dançar.
Eu sou uma mistura de tantas coisas, sou ma mistura de dois não,
de vários mundos. E eu descubro a cada fase da minha vida um mundo diferente.

                                                                                                                                                     -Emilly Ferreira 

Recicle-se


Recicle-se minha querida amiga.
Pegue toda essa triteza, esse peso sobre os ombros e transforme-ps em coisas boas.
Volte a Sorrir. A sorrir com a alma.
Isso te fará tão bem, que todos os q te amam sentirão.

Supere. Não por mim, nem por sua família, nem fulaninho ou sicraninho.
Mas por você. Pelo seu bem.
Isso já durou demais. Não achas?
Ouvi esses dias que:"Toda desarmonia, rancor, sentimentos mal curados são como manchas no chão da sala de nossa casa. Devemos limpá-las. Retirar qualquer vestígio desta mancha." Teve vergonha e faça a fachina direito.Não empurre nada para debaixo do tapete.

Sei que tudo isso trouxe crescimento, força para aquela menina que eu conheci.
E que só você sabe o quanto doe, doeu.
Porém... RECICLE-SE.
Transforme todos esses velhos sentimentos em coisa nova.

Deus cuida de nós. E foi  Ele quem nos deu garra suficiente para aguentarmos até hoje.
Só qeu você também tem que se ajudar. Ele não pode fazer tudo só.
Ajude-o. Ajude-se. Me faça feliz. Nos faça feliz. Melhor... FIQUE feliz.

Apesar de toda nossa "concorrência", sinto que as coisas passam mais rápido para mim. Ou estou mais acostumada, maqueio-as mais fácil. Sei lá.
Sei apenas que está na hora de mudar, superar, RECICLAR.
"Como eu sei? Eu só sei" (:

Batida perfeita



"À Procura da batida PERFEITA",
do MEU Equilíbrio;
precisando "Sintonizar minha VIBRAÇÃO".
Para que assim, tudo entre no seu devido lugar;
sem mais confusoes, angústias, tristezas.
A Te entreguei, não só a minha vida;
Mas, tbn o meu coração.
Falta-me, apenas, PACIÊNCIA.
E com ela encontrarei tudo o que cabe a mim enconrar.
A minha Batida, o Equilíbrio, a Sintonia Perfeita.
(: