quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Vamos abrir os olhos.

Em menos de um ano, as chuvas fora do fluxo normal levaram cidades ao chão.
As cenas são terríveis. Daquelas que só estamos acostumados a ver após furacões e tsunamis.
Assim, a primeira coisa que passa por minha cabeça é: “Cadê o ‘país abençoado por Deus’?” Será que a culpa é mesmo de Deus ou do homem que não para de brincar com a natureza?





Estes são apenas exemplos daquelas consideradas as maiores catástrofes do país.Mas coisa semelhantes ocorreu no  Vale do Rio Pardo, Rio Grande do Sul, em janeiro de 2010; as enchentes que já se tornaram rotineiras, nessa época, em São Paulo; e os deslizamentos em Angra dos Reis.
Pessoas que apesar da distância sofrem, hoje, com as mesmas perdas, as mesmas necessidades, o sentimento de incapacidade, de cooperação. As imagens seriam idênticas até prestarmos atenção nos tipos das casas que foram atingidas. Porém, a questão de desigualdade fica em segundo plano quando comparada com tamanho sofrimento.
Fica aqui o meu pedido para ajudar-mos todos esses necessitados e para que olhemos com mais atenção para tudo isso que anda ocorrendo com o nosso planeta.

Nenhum comentário:

Postar um comentário