Em menos de um ano, as chuvas fora do fluxo normal levaram cidades ao chão.
As cenas são terríveis. Daquelas que só estamos acostumados a ver após furacões e tsunamis.
Assim, a primeira coisa que passa por minha cabeça é: “Cadê o ‘país abençoado por Deus’?” Será que a culpa é mesmo de Deus ou do homem que não para de brincar com a natureza?
Assim, a primeira coisa que passa por minha cabeça é: “Cadê o ‘país abençoado por Deus’?” Será que a culpa é mesmo de Deus ou do homem que não para de brincar com a natureza?
Estes são apenas exemplos daquelas consideradas as maiores catástrofes do país.Mas coisa semelhantes ocorreu no Vale do Rio Pardo, Rio Grande do Sul, em janeiro de 2010; as enchentes que já se tornaram rotineiras, nessa época, em São Paulo; e os deslizamentos em Angra dos Reis.
Pessoas que apesar da distância sofrem, hoje, com as mesmas perdas, as mesmas necessidades, o sentimento de incapacidade, de cooperação. As imagens seriam idênticas até prestarmos atenção nos tipos das casas que foram atingidas. Porém, a questão de desigualdade fica em segundo plano quando comparada com tamanho sofrimento.
Fica aqui o meu pedido para ajudar-mos todos esses necessitados e para que olhemos com mais atenção para tudo isso que anda ocorrendo com o nosso planeta.


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